domingo, 3 de outubro de 2010

Sentir seu toque em mim foi — simultaneamente — um peso e um alívio nas minhas costas. Minhas mãos transpiravam de uma forma nunca antes vista. Minha voz estava trêmula e a respiração ofegante. Meus batimentos oscilavam. Hora calmos como se absorvesse com sensatez o momento, hora em disparada, sentido o nó na garganta e o medo que me invadia subitamente. Ao sentir o seu abraço, e o deslizar vagaroso de seus dedos em minhas costas, a única coisa que passava na minha mente, era como eu desejava permanecer ali — frente a frente com os olhos que me traziam paz, e ao mesmo tempo me provocavam um tormento indescritível — para sempre. Existem milhões de coisas que eu não entendo; como o jeito que meu coração bate irregularmente quando o vê. Mas estranho seria, se eu dissesse que — algum dia — eu conseguisse tirar o seu sorriso, e seu olhar penetrante, e todos os pequenos momentos que compartilhamos, da parte do meu inconsciente onde ficam as memórias. (Isabela Amaral)

Essa noite eu não dormi. Sua imagem veio me fazer companhia enquanto o sono não vinha. Preciso confessar que até chorei.. pensando em tudo, me perdi. Mas sei que amanhã tudo se normalizará. Sua imagem – na minha cabeça – dará lugar a novos sonhos, e eu poderei, assim então, repousar. (Isabela Amaral)

Eu não gosto do escuro; o frio me dá medo. Palavras jogadas aos ventos me causam nauseas. Há algum tempo, promessas me encantavam. Hoje já não fazem mais esse efeito.. e eu até prefiro assim. (Isabela Amaral)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

meus olhos não conseguiram esconder.

me lembro quando meu coração conheceu o teu. eu lembro, exatamente como eu me senti. (Isabela Amaral)

(...) algumas lembranças..


O tempo passou, e poucas coisas restaram. Dentre elas, a lembrança; tavez seja ela, a pior de todas, e seja ainda, quem mais incista em doer e me machucar. (Isabela Amaral)

Era noite. 29 de outubro. O som das palavras soava-lhe como refúgio dos problemas e aquele sorriso vinha trazer-lhe paz... e então ela adormeceu; sem saber que aquilo não passaria de uma grande ilusão. (Isabela Amaral)

mudanças.

Mudar nos expõe à riscos, nos leva a perder algo que julgamos ser importante, ser necessário. mas é preciso mudar. deixar cair a casca, amadurecer. ver as coisas de frente e dar valor ao que realmente merece. e aí então, você percebe que tudo faz sentido, que tudo está no seu devido lugar. (Isabela Amaral)